sobremaneira.
Outro dia, pasmo, vi inocentes serem
obrigados a se desculparem diante de
culpados.
Que insanidade!
Juro que não foi eu quem apagou a luz
Que insanidade!
Juro que não foi eu quem apagou a luz
da justiça, mas se para reacendê-la for
preciso me penitenciar, então eu me
penitencio.
Humildemente peço perdão.
Que me perdoem!
Que o perdão não se faça de
Humildemente peço perdão.
Que me perdoem!
Que o perdão não se faça de
desentendido ao me ver diante de si
suplicando o seu perdão!
Afinal, já passou da hora de ele entender
que estou vivendo no tempo dos
absurdos.
Que absurdo!
Os absurdos do absurdo já não me
surpreendem mais, os tenho encontrado
Que absurdo!
Os absurdos do absurdo já não me
surpreendem mais, os tenho encontrado
em todos os lugares, já fazem parte do
cotidiano.
Que a soberba dos absurdos do absurdo
não queiram, também, me assustar.
Pois já vivo pesadelo!
Confesso o meu medo dos absurdos do
absurdo.
É tempo de tempestades, então é melhor
não queiram, também, me assustar.
Pois já vivo pesadelo!
Confesso o meu medo dos absurdos do
absurdo.
É tempo de tempestades, então é melhor
esquecer aqueles que apagaram a luz e
fazer uma ouração para que alguém
torne a acendê-la.
O Mensageiro - Chuy, março de 2026.
&
The absurdities of the absurdity
The absurdities of absurdity trouble me
deeply.
Other day, to my astonishment, I saw innocent
people to be forced to apologize to the guilty.
What madness!
I swear it wasn’t me who turned off light of
the justice, but if, to rekindle it, I must do
penance, then I do penance.
I humbly ask for forgiveness.
May you forgive me!
May the forgiveness do not be feigned as if he
don’t understand, when he see me before him
begging for his forgiveness!
After all, it is past time for him to understand
that I am living in a time of absurdities.
How absurd!
The absurdities of the absurd no longer
surprise me; I have found them
everywhere; they are already part of
daily life.
May the arrogance of the absurdities of the
absurd not, seek to frighten me.
For I am already living a nightmare!
I confess my fear of the absurdities of the
absurd.
It is a time of storms, so it is better to forget
those who turned off the light and pray that
someone comes to turn it on.
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