Se não ouves o meu grito,
então cochicho em teu ouvido.
Se, ainda assim, não me
entenderes então deixarei
tudo como está.
O Obeservador, Chuy, novembro de 2026.
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Em meu versar, verso tudo que entendo ser a vida. Verso o amor, o desamor, as curas e as feridas. Eu verso o amanhecer e o anoitecer, verso nós, vós e você. Verso também o que acreditas não existir, verso a alegria do ir e vir, verso a vida e a dor do parir. Eu verso! Verso o que dissestes ontem, o que dizes hoje e o que dirás amanhã. Verso a cor da noite e o sabor da maçã.
Debruçado na janela do meu quarto, como um apaixonado, extasiado, observo a meiguice da lua. Vejo-a toda nua, nua como o meu desejo de tê-l...
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