sábado, 27 de junho de 2026

Observação.


           Phto by Ana Clara.

Não quero aqui ensinar a missa
ao vigário, mas o pecado bate à
porta.
Tenho ouvido coisas que foram
ditas no passado, sendo ditas 
como se tivessem sido 
recomendadas para serem ditas
nos dias de hoje.

É mentira!
Ainda que estas palavras tenham
sido ditas, ela foram ditas para 
quele momento e não para serem
usadas nos dias de hoje, quando
vivemos situações e 
circustâncias diversas às vividas
Nos dias de hoje. 

Não quero aqui polemizar, mas
alguém precisa apontar que a
medicina de ontem pode não
ser eficas para as enfemidade
de hoje.
Mudam-se as situações, 
mudam-se os tratamentos.

As enfermidades de hoje, ainda
que iguais as de ontem, requerem
tratamentos diferenciados.
Os tempos mudaram, adequa-se
os atendimentos.

O amor, sendo realmente amor,
cura as enfermidades do
espírito, e lhes abre às porta para
a caminhada rumo às conquistas
tão cobiçadas.

Não quero aqui desdizer o que
é dito nos dias de hoje, mas não
posso assistir calado palavras
sábias serem distorcidas para
enganar espíritos sedentos de
luz.

        Habaquc - Chuy, junho de 2026
         
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quinta-feira, 18 de junho de 2026

Que a razão me perdoe - May reason forgive me


Que a razão não seja tão rígida
em sua razoabilidade, até
porque, as vezes, me parece
razoável eu chorar por um
amor que nunca se deu a me
amar.

Não piso em espinhos por
gostar de me machucar, às
vezes me machuco por
descuido, e outras por não
saber me cuidar.
A paixão, normalmente,
acontece sem ao menos me
avisar.

Que a razão seja razoável o
bastante para conseguir
perdoar as minhas
desventuras, sou um
devaneador empedernido que
em meus devaneios costumo
apaixonar.

Não me perco em meus
devaneios, pelo prazer de não
saber onde caminhar, mas é
somente em devaneios que
vou onde a razão jamais me
permitiria chegar.
A razão há de me perdoar.

 Observador - Chuy, junho de 2026


         &


May reason forgive me

May reason not be so rigid
in its rationality, especially
since, sometimes, it seems
reasonable to me to cry over a
love that never chose to
love me.

I don’t step on thorns because
I like to hurt myself; sometimes
I hurt myself through
carelessness, and other times because I
don’t know how to take care of myself.
Passion usually
happens without even
warning me.

May reason be reasonable
enough to be able to
forgive my
misadventures; I am a
hopeless daydreamer who,
in my daydreams, often
falls in love.

I don’t lose myself in my
daydreams for the pleasure of not
knowing where to go, but it is
only in daydreams that
I go where reason would never
allow me to go.
Reason must forgive me.

                 &

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Dancemos - Let's dance


Eu nunca quis que acabasse
assim, mas me tirastes para
dança sem pensar em mim.

Que toquem a música!
Se me tirastes para dançar
então dancemos até que a
dança se canse de dançar.

A dança, dança de tudo, 
ela 
dança, inclusive, as lágrimas
dos que não sabem dançar.

Eu nunca quis que acabasse
assim, mas deixastes a tua
esperteza te enganar.
Dancemos, só dancemos!

O Profeta - Chuy, junho de 2026

              @ 


Let's dance


I never wanted it to end like this, but you asked me to dance without thinking of my
feelings. Let the music play! You asked me to dance, so then let’s dance until the dance grows tired of dancing. The dance, dance everything,
it dances, even the tears of
those who don’t know how
to dance.
I never wanted it to end like this, but you let your cleverness deceive you. Let’s dance, just dance!

@

Observação.

           Phto by Ana Clara. Não quero aqui ensinar a missa ao vigário, mas o pecado bate à porta. Tenho ouvido coisas que foram ditas no p...