sábado, 27 de junho de 2026

Observação. - Observation.


                     Phto by Ana Clara.

Não quero, aqui, ensinar missa ao vigário
mas o pecado bate à porta.
Tenho ouvido palavras que foram ditas 
no passado sendo ditas hoje como se 
tivessem sido recomendadas para o que  
vivemos agora. 

Não são!
Ainda que essas palavras tenham sido 
realmente ditas, elas se referem a 
enfermidades que diferem de tudo que
vivemos nos dias de hoje. 
Os tratamentos de outrora não tem
eficiencias sobre as doenças de agora. 

Não quero aqui polemizar mas alguém 
precisa apontar que a medicina de 
ontem dificilmente terá eficácia no 
tratamento das enfemidade de hoje.
Mudam-se as situações, mudam-se os 
tratamentos.

As enfermidades de hoje, ainda que 
semelhantes as outrora, se observadas 
somente do prisma espiritual, tem um
grau de perversidade nunca visto antes
na humanidade.
Ela infectou toda a sociedade, infectou
inclusive onde nunca deveria entrar. 

Não quero aqui ter a pretenção de 
ensinar o que já é sabido a milenios. 
O amor, sendo sento tão somente 
amor, cura qualquer tipo de 
enfermidade, e abre a caminhada 
rumo aos braços de Deus. 
O amor é voluntário.

Não quero aqui desdizer tudo o que é 
dito nos dias de hoje, mas não posso 
assistir calado palavras sábias serem 
distorcidas para enganar os espíritos 
sedentos de luz.
A luz do nosso amado Jesus Cristo.

        Habaquc - Chuy, junho de 2026
         
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Observation.

I don’t mean to lecture the vicar here,
but sin is knocking at the door.
I’ve been hearing words that were spoken 
in the past, being repeated today as if 
they had been intended for the 
present day.

They aren’t!
Even if those words were 
actually spoken, they refer to 
ailments that differ from everything we
experience today. 
The treatments of the past are not
effective against today’s diseases. 

I don’t want to stir up controversy here, but someone 
needs to point out that yesterday’s medicine
is unlikely to be effective in treating
today’s diseases.
As situations have changed, so have the 
treatments.

Today’s illnesses, even if 
similar to those of the past, when viewed 
solely from a spiritual perspective, possess a
degree of perversity never before seen
in humanity.
It has infected all of society, even
places where it should never have entered. 

I do not presume here to 
teach what has been known for millennia. 
Love, when felt as nothing but love, 
heals any kind of illness, and 
opens the path toward the arms of 
God. 
Love is voluntary.

I do not wish here to contradict everything that is 
said these days, but I cannot 
stand by in silence while wise words are 
distorted to deceive spirits 
thirsting for light.
The light of our beloved Jesus Christ.

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