Na dor do frio da solidão canto a mais
triste canção; misericórdia meu
amado Deus!
Senhor, ouça os soluços deste seu
filho que Vos fala em oração.
Tomado pela tristeza, há muito fui
abandonado pela razão.
Vivo um exílio, exilado nas lágrimas
que lavam o meu rosto no escuro das
noites gélidas que angustiam o meu
coração.
No abandono em que fui atirado,
ouço as batidas tristes do meu
coração clamando por clemência.
A clemência não me ouve, a
clemência não vem.
A mesa está posta, o cálice servido e
um trago me foi imposto sem que
me fosse dado à recusá-lo.
Estou só, choro as lágrimas do
inocentes, um exilio que mata os
meus sonhos e as minhas ilusões.
O Mensageiro - Chuy, julho de 2026.
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The song in Exile.
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