Não!
Não diga adeus!
Não me sirva este cálice, não
transforme o desgosto em
meu tira gosto.
Não derrame em minha
boca o gosto amargo do
adeus.
Não!
Não me diga adeus!
Não quero engolir o sabor
salobre e triste das minhas
lágrimas.
Não me diga adeus!
Não quero dormir nos
braços frios da saudade.
Não me diga adeus.
Não me diga adeus!
Não me diga adeus!
Não me prive do calor da
tua presença.
Não me diga adeus!
Não te guarde no frio da
distância.
Não me negue a presença
do teu sorriso.
Não me diga adeus!
Não me diga adeus!
Não!
Não me diga adeus!
Não me prive de ter a tua
voz no meu amanhecer.
Não me dê a chorar a tua
ausência.
Não!
Não me diga adeus.
Mauro Lucio - Brasília, Julho de 2012
*
Don't say goodbye!
No!
Don't say goodbye!
Don't pour me this cup, don't
turn heartbreak into
my aftertaste.
Don't pour into my
mouth the bitter taste of
goodbye.
No!
Don't say goodbye!
I don't want to swallow the
salty, sad taste of my
tears.
Don't say goodbye to me!
I don't want to sleep in the
cold arms of longing.
Don't say goodbye to me.
Don't say goodbye to me!
Don't say goodbye to me!
Don't deprive me of the warmth of
your presence.
Don't say goodbye to me!
Don't keep you in the cold of the
distance.
Don't deny me the presence
of your smile.
Don't say goodbye to me!
Don't say goodbye to me!
No!
Don't say goodbye to me!
Don't deprive me of your
voice in my dawn.
Don't make me cry at your absence .
No!
Don't say goodbye to me.
*
Lindo poema
ResponderExcluirBoa tarde!! Grato pelo carinho de suas palavras e , também, por visitar o meu blog. Volte sempre.
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